Eólicas crescem e favorecem o setor de energia temporária

PUBLICADO EM 20/10/2017 Eolica-Osorio_59e9e8d48f067.jpg

O mercado de energia eólica segue bastante promissor e com ótimas perspectivas no Brasil e no mundo, fortalecendo o uso da energia gerada pelos ventos.

Dados do Banco de Informações de Geração – BIG, da Aneel, a expectativa é que, até 2020, a geração eólica se consolide como a segunda fonte de energia do país e que o Brasil ocupe a quarta posição entre os que mais investem, o oitavo que mais gera energia eólica e o décimo em capacidade instalada.

Já, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica – ABEEólica, em seu Boletim Anual de Geração Eólica, o ano de 2016 encerrou com US$ 5,4 bilhões de investimentos no setor eólico. Se considerado o o período de 2009 a 2016, esse número totaliza US$ 32 bilhões.

Ainda de acordo com o Boletim, no ano passado, mais de 2 GW de energia eólica foram adicionados à matriz elétrica nacional, por meio de 81 novos parques. Com esse montante, o setor encerrou 2016 com 10,75 GW de capacidade instalada, em um total de 430 parques.

Esse resultado fez com que a energia eólica passasse a representar 7% da matriz energética do país.Com isso, mais de 17 milhões de residências foram abastecidas por mês com energia eólica, o que equivale a, aproximadamente, 52 milhões de habitantes, volume 58% superior às 33 milhões de pessoas beneficiadas em 2015.

Tamanho bom desempenho se refletiu diretamente na geração de empregos. A estimativa é que mais de 30 mil postos de trabalho tenham sido criados em 2016 pelo setor éolico.

Outro órgão que divulgou dados bastante otimistas sobre o setor foi a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica –CCEE. Segundo a CCEE, dados divulgados no último mês de setembro, apontaram que, entre janeiro e julho deste ano, a produção de energia eólica realizada pelo Sistema Interligado Nacional – SIN, cresceu mais de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.No total, as 446 usinas da fonte eólicaem atividade no Brasil produziram 3.791 MW. O Rio Grande do Norte foi o estado campeão na produção deste tipo de energia.

E os bons ventos, que sopram a favor da energia eólica, também estão impactando positivamente o mercado de fornecimento de energia temporária, que tem uma participação bastante estratégica na fase da construção de parques eólicos e comissionamento dos aerogeradores, que já ultrapassam a marca de 5,2 mil em operação nos mais de 400 parques eólicos brasileiros.

Na fase de implementação do parque eólico, o uso de geradores é fundamental, já que os locais de instalação não costumam estar interligados às redes de transmissão tradicional de energia. Durante a obra, o uso de geradores tem como principais finalidades o abastecimento do canteiro de operações e a energização de todos os equipamentos utilizados na parte civil do projeto, o que envolve grandes máquinas e estruturas que abrangem desde alojamentos até cozinhas.

Já na fase do comissionamento dos aerogeradores,que é uma das etapas mais importantes da obra, são os bancos de carga que asseguram o fornecimento contínuo de energia. Eles também permitem que os equipamentos responsáveis pela geração e transmissão de energia sejam testados. Nesta fase é possível identificar qualquer falha no sistema, evitando prejuízos e prevenindo acidentes.

Nos últimos anos, a Tecnogera vem atuando fortemente no setor eólico e no comissionamento de aerogeradores. Este ano, a empresa alcançou a marca de 2000 mil turbinas comissionadas, o que a consolidou como uma das líderes neste segmento.

Com mais de uma década de operação no mercado, a Tecnogera oferece soluções completas e sob medida para o setor eólico, para as mais diferentes fases de um projeto.Somada à expertise da companhia,a Tecnogera conta com uma equipe de profissionais altamente qualificada e treinada para atuar em projetos de grande complexidade.

 




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